A algum tempo venho utilizando o Maxthon como meu navegador padrão, ele é uma customização do Microsoft Internet Explorer e, na minha opinião, sempre superou a raposa louca.
Este navegador é uma carroceria turbinada com diversas funções encontradas em aplicativos externos com um toque especial de plágio, mas com o ronco inconfundível do motor IExplorer vX, o que o faz não ser "tão exigente" com os padrões da w3c.
Principais funções do navegador na 2.0 (Beta):
Navegação por Abas: No Maxthon além de você abrir todas páginas na mesma janela você ainda tem opções como mover, trancar, definir nomes, duplicar e até auto-atualizar estipulando um um período de tempo.
Mouse Gestures: Os movimentos do mouse associados ao clique com o botão direito servem como comandos de navegação, você pode voltar, atualizar, fechar e até definir funções especiais para um determinado gesto do mouse. Outra função interessante é que você pode clicar, segurar e arrastar um link para abri-lo em uma nova janela.
AD Hunter: Nada de propaganda indesejada.. a função AD Hunter impede janelas pop-ups e não deixa banners serem exibidos na página que você está navegado, mais velocidade e menos poluição.
Captura de tela: Está na hora de aposentar o PrintScreen, com a opção de Captura de tela do Maxthon você pode definir a área da tela que você quer capturar e ainda salvar com a extenção que achar melhor (bmp, jpg, gif e png).
Coletor de dados: Um bloco de notas imbutido no navegador com salvamento automático e opção de execução de scripts (JS).
E mais: Leitor de feeds (RSS), Barra de utilidades, Skins, Favoritos e Grupos, Zoom, plugins,auto preenchimento e ainda é totalmente costumizável.
Bem, mas a novidade não é o navegador em si, mas quem agora resolveu apadrinhar o bichinho.
Segundo boatos, a
Google Inc. em toda a sua pomposidade investiu 1 milhão de dólares na ferramenta assumindo um posto de acionista minoritário ao lado de Morten Lund (um dos primeiros a apostar no Skype).
Para filósofos e visionários da internet, a estratégia da Google é conquistar um importante espaço do mercado chinês, onde se concentra 50% dos 82 milhões de downloads do navegador. Já para alguns cabalísticos é só mais uma estratégia para controlar a guerra dos browsers ou até para entrar no mercado com estilo.
Quem não deve estar muito contente com a novidade é a
fundação Mozilla, proprietária do Firefox, o atual protegido da gigante da internet. A nova aquisição deve em breve substituir a raposa louca na famosa suíte de aplicativos Google Pack.
Sem dúvidas a primeira ação da Google é assumir como buscador padrão jogando para escanteio o
Yahoo e o chinês
Baidu.
PS: É, não foi dessa vez que o Willian e a Fátima levaram tamancadas, lá se foi mais uma
grande humorista.