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Impacto que os processos de comunicação social têm em aspectos sociais da nossa vida

Desde o início, cada evolução da humanidade traz um impacto no convívio social. A descoberta do fogo trouxe poder e alterou os costumes noturnos de quem o possuía. Nos processos de comunicação não foi diferente.

A evolução dos meios de comunicação trouxe acesso à informação a um maior número de pessoas, fazendo com que indivíduos de diferentes idades e classes sociais pudessem formar opinião de uma maneira mais rápida e concisa, mudando assim a velocidade como a própria comunidade pensa e muda seu formato.

Atualmente, a internet vem alterando o convívio entre os jovens, através dela estes ganham autonomia de conhecimento, podendo alcançar qualquer conteúdo com simples pesquisas em mecanismos de busca ou acompanhando sites de notícias e blogs. A autonomia conquistada por estes jovens traz maior convicção em suas decisões, dando-lhe capacidade de argumentar sobre assuntos que, alguns anos atrás, indivíduos da mesma idade nem se quer ouviam falar.

Para expor suas idéias, os jovens passam a utilizar cada vez mais a internet para fins de comunicação, estendendo o convívio físico para o convívio virtual, compartilhando conhecimento através de ferramentas de relacionamento virtual como chats e redes sociais.

Antes da internet evoluções parecidas aconteceram através de cartas, rádio amador e posteriormente telefone. Quem dominava este tipo de tecnologia ou conhecimento, trocava experiências com outros que também possuíam este meio e se fechavam neste grupo. A diferença destes meios para a internet é o tamanho da rede, a quantidade de informação e o número de pessoas envolvidas no processo.

Dizer que a internet ou este novo comportamento é ruim, é como ignorar que o fogo foi para nós a maior evolução humana. Conviver, entender e participar dos hábitos desses “indivíduos virtuais” é parte importante do processo social.

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Para cada necessidade, uma demanda de esforço

Ninguém acessa uma página de internet simplesmente por acessar, o visitante precisa de um motivo, nem que seja somente curiosidade. Pessoalmente, acesso diversos sites só por curiosidade, costumo fazer críticas mentais ao design, navegação e funcionalidades, depois fechar o navegador ou partir para outro.

Como consumidores que todos somos, visitamos sites de empresas por diversos motivos, e para cada consumidor o motivo da visita é extremamente importante e de primeira necessidade. Se ele não encontrar naquele site, vai procurar no do concorrente.

Em geral, cada necessidade gera uma demanda de esforço, portanto se eu precisar do endereço ou telefone de uma empresa e não encontrar no site oficial, ficarei decepcionado, mas vou acabar pesquisando em sites de buscas até encontrá-lo. Neste caso, a demanda de esforço se limita a minha fadiga.

Diferente do que a maioria das empresas costuma pensar, o cansaço não é a demanda de esforço mais comum na internet. Cada vez que seu cliente em potencial não encontra o que procura no seu site, pode encontrar no do concorrente talvez com até mais vantagens do que você poderia oferecer. Assim se perde um cliente e seu concorrente agradece.

Recentemente a Casas Bahia inaugurou sua loja virtual, um projeto gigantesco que já era planejado anos antes da implantação, mas para início das operações a empresa acreditava que seria ideal um mínimo de 4 milhões de cartões Casas Bahia antes de se aventurar no e-commerce.

O domínio casasbahia.com.br sempre hospedou um website institucional com a história da empresa e a localização das lojas. Por que a marca não anunciava aos 4 ventos seu endereço na internet?

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Blog corporativo, não é pra qualquer um

Se o comunismo reinasse no mundo e a publicidade ainda assim existisse, seu princípio básico seria: Se sabe que não vai dar certo, encontre algo que dê. Mas na nossa comunidade egoísta e capitalista a coisa funciona mais no “vamos faturar em cima do cliente até ele descobrir que isso não funciona”.

Muito além de palavras jogadas ao vento, um post em um blog é uma maneira de compartilhar formas de pensamentos, sejam eles utilidades ou futilidades, a mensagem vale a repercussão conteúdo. Ou seja, se ele será um fracasso ou um sucesso.

O blog corporativo é uma forma de compartilhar a forma de pensar de uma empresa, é nessa hora em que entra o departamento de marketing e uma boa agência de publicidade atuando como ghost-writer. A pergunta agora é: Sua empresa pensa em…?

É na hora de responder essa pergunta, que profissionais super-capacitados, acabam transformando seu novíssimo blog em uma excelente ferramenta repetidora de press-releases e um belo catálogo de supermercado. Para tornar o blog mais interativo, colocam um espaço especialmente reservado para a última campanha veiculada na TV e um link para o moderníssimo Twitter da empresa, que usa 140 caracteres para mostrar o título do último post do blog e um link reduzido para ele.

Se você responde a esta pergunta com a fórmula acima apresentada, você é o “qualquer um” do título deste post e blog corporativo definitivamente não é para você.

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Desligando seu megafone

Uma vez li um livro que afirmava que ninguém ligava se você tinha problemas, na verdade uma parte das pessoas ficavam felizes por você também ter um. Não é diferente na internet, as redes sociais são como grandes megafones que as pessoas costumam usar parar compartilhar suas conquistas e suas derrotas.

Compartilhar coisas felizes é algo bom, mostra que você está evoluindo e faz com que as pessoas tenham orgulho de você. O que é um resultado muito diferente de entrar no MSN, trocar sua mensagem para algo bem dark, sua foto por um anjo caído e twittar seu dia ruim.

Como o mundo virtual imita a vida real, as ferramentas que foram feitas para aumentar a produtividade ou a interação entre as pessoas caem no velho dilema do “Olá, tudo bem?”, ou você acha que quando alguém lhe pergunta isso espera que você se deite em um divã e despeje todos seus desconfortos?

Então, da próxima vez que alguém lhe perguntar se está tudo bem no MSN ou visitar seu Twitter, limite-se a responder educadamente “Sim! E com você?” ou desligue seus megafones.

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Se não pode com ele…

…junte-se a ele.

Ontem comprei um domínio para hospedar um novo sistema que criei para um antigo cliente. Aproveitando os gráficos do novo sistema e uns testes que estou fazendo para um novo projeto, criei um mecanismo com uma interface bem interessante.

O mecanismo usa as APIs do Google para fazer uma pesquisa dos 3 primeiros resultados do que estiver sendo escrito na caixa de pesquisa. Acho que já vi algo parecido no Yahoo! a alguns anos atrás, mas mesmo assim é legal.

Dando “enter” também é possível ver os resultados para a palavra com caixas separadas para vídeos, imagens e maps.

www.golist.com.br

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Mais do que esperar

Ninguém gosta de esperar. Eu em especial sou uma pessoa que quer tudo na hora e esperar um minuto é uma eternidade. Creio que não saber esperar é um defeito muito grande e me faz cometer muitos erros, mas o mesmo defeito me faz avançar muito rápido, o que não é uma coisa ruim.

O problema de esperar é que você não sabe se vale ou não a pena até chegar ao fim, única coisa que se tem são suprimentos que lhe fazem acreditar que é algo bom. Poucas coisas valem o tempo esperado, meu  record atual são os 9 meses que esperei para nascer, coisa que até agora está valendo a  pena.

Se eu passar os próximos 3 anos e meio na faculdade vou me formar em Publicidade, teoricamente o conhecimento acumulado será excelente para minha carreira e abrirá muitas portas, sei disso por experiências de sucesso de outras pessoas, mas sei que existem milhares de publicitários insatisfeitos em uma agênciazinha de fundo de quintal.

Ano passado esperei ao longo de 6 meses por algo que não aconteceu, estranhamente não me arrependo e intimamente espero que um dia ainda aconteça. Apesar dos suprimentos não serem suficientes para me manter aguardando, são suficientes para me manter acreditando. Ao contrário disso, este ano terei que esperar 10 meses para me livrar de um problema e nesses primeiros 30 dias já não tenho saco para aguentar.

Mais do que esperar é ter motivos para esperar e estes motivos se renovarem frequentemente. Uma observação importante é que promessas nem sempre são motivos suficientes.

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Acústico como o vazio

Ouvir Yellowcard no AOL Sessions, me fez perceber o quão vazias são essas batidas desplugadas acompanhadas de uma voz rouca sem alteração computacional. Talvez tão vazia quanto um sentimento.

Sentimento vazio é como uma dúvida no meio de certezas, ela está ali mas você não quer que esteja. Você sabe como eliminá-la, mas não sabe se quer que ela se vá. Vazio como olhar para o telefone e não querer que ele toque, mas continuar olhando esperando que aconteça.

Difícil de explicar, mas um dia você acorda e vê que está tudo bem novamente. It’s okay.

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